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Não é nenhuma novidade que as pessoas gostam de se automedicar. Inclusive, com o advento da internet, é muito fácil digitar uma dúvida no Google e já encontrar a solução para o seu problema. Porém, existem diversos perigos da automedicação e o uso de drogas.

Para você ter uma ideia, de acordo com o Conselho Federal de Farmácia (CFF), 77% dos brasileiros costumam se automedicar. Então, apesar de ser errado, é um hábito comum que não podemos ignorar.

A primeira coisa que precisamos ter em mente é: tem uma dor, desconforto, problema de saúde? Procure um médico especialista. Somente ele tem as habilidades e o conhecimento necessário para investigar o caso e propor o tratamento mais adequado.

Vamos conhecer mais sobre o assunto e analisar alguns perigos da automedicação durante a dependência química? Continue conosco!

Por que você não deve se automedicar? Entenda medicamentos e drogas.

Você sabe quais são os principais perigos da automedicação, principalmente em casos de dependência química? Continue conosco!

Problemas emocionais

Outro dos grandes perigos da automedicação é que a pessoa pode ter problemas emocionais, como: desenvolver quadros de ansiedade, dificuldade de concentração, mal-estar e sensação de vazio. Isso significa que a dependência psicológica está se desenvolvendo.

>> Você também pode gostar de ler: depressão e dependência química têm relação?

Problemas de saúde

Não podemos ignorar que os remédios são drogas lícitas. Por conta disso, o uso precisa ser realizado com orientação médica. Caso contrário, diversos problemas de saúde podem surgir. 

Então, ao invés de você resolver um problema, estará criando muitos outros, como dores de cabeça, intoxicação e enxaquecas crônicas.

A falta de conhecimento sobre determinados medicamentos pode causar graves problemas. Um deles é a reação alérgica que, inclusive, pode desencadear até mesmo a morte.

Interação medicamentosa

A interação medicamentosa acontece quando um efeito colateral pelo uso do remédio é alterado devido à outra medicação, alimento, bebida e, nesse caso, uso de drogas. 

Afinal, a combinação desses fatores dificulta a absorção pelo organismo e pode causar diversos problemas.

Além disso, se você utilizar mais de um medicamento sem prescrição médica, um poderá anular o efeito do outro. Dessa maneira, essas combinações inadequadas vão aumentando os riscos de desenvolver problemas maiores.

Entre agora mesmo em contato e peça ajuda profissional!


Aumento da carga do coração

Um dos principais perigos da automedicação é que ela pode aumentar a carga do coração

Então, principalmente aos pacientes que já utilizam medicamentos ou têm problemas, como as deficiências cardíacas, o uso de remédios precisa ser acompanhado.

Dependência química

Outro critério que precisa ser considerado é que o uso contínuo de remédios pode provocar a dependência química. Isso acontece porque o medicamento começa a fazer parte do metabolismo da pessoa.

Assim, ela passa a ter sensações de prazer e bem-estar ao usar determinado medicamento e isso pode causar danos graves ao organismo. Dessa forma, quando o indivíduo para com o seu uso, pode causar sintomas de abstinência.

Portanto, é um paralelo que também precisa ser observado: pessoas que não são dependentes químicas, ao utilizar certo medicamento não prescrito com frequência, pode se tornar um dependente daquela droga lícita.

>> Você também pode gostar de baixar o nosso e-book gratuito sobre a abstinência: tudo sobre a crise e o processo de recuperação.

Falsa melhora dos sintomas

O uso de medicamentos sem prescrição médica pode causar uma falsa melhora dos sintomas. Então, de forma imediata, eles podem aliviar os problemas.

Entretanto, a longo prazo, dificultam o diagnóstico realizado pelos profissionais de saúde. Afinal, um dos perigos da automedicação é que ela pode mascarar determinadas doenças. Assim, em alguns casos, isso pode se tornar irreversível.

Piora no quadro

Um dos problemas da automedicação é que ela pode causar uma piora no quadro de saúde do paciente. 

Por exemplo, os antibióticos são utilizados para o controle de infecções bacterianas. Assim, precisam de uma administração cautelosa. 

O uso prolongado desse tipo de medicamento (uso acima do que foi prescrito) pode resultar no desenvolvimento de cepas bacterianas resistentes a antibióticos. Dessa forma, contribui para que as infecções sejam mais difíceis de serem tratadas.

Como usar os medicamentos de forma segura?

Os remédios são ótimos aliados para a cura e o tratamento das principais doenças. Infelizmente, não existe uma “cura” para a dependência química. O que existe é o tratamento e que deve ser realizado em uma clínica especializada no assunto.

A internação do dependente químico é a maneira mais segura e eficaz para um tratamento completo. Afinal, há o acompanhamento e monitoramento de uma equipe multidisciplinar (como terapeutas, nutricionistas, psicólogos, psiquiatras, dentre outros) que podem oferecer o suporte necessário ao dependente.

Na clínica, dependendo do caso, podem ser prescritos medicamentos que possam contribuir com a melhora dos sintomas do paciente. No entanto, para que esse processo funcione, os medicamentos precisam ser prescritos pelos profissionais de saúde.

Além disso, é preciso seguir as instruções de uso e horários das medicações. Então, para não ter erro, faz-se necessário o acompanhamento de profissionais qualificados no assunto, evitando os problemas que citamos neste conteúdo.

Também é preciso acompanhar e ter cuidado com as reações adversas aos medicamentos. Afinal, sabemos que o organismo do dependente químico não está saudável. Por isso, é essencial o monitoramento constante de médicos especialistas.

Gostou de aprender mais sobre quais são os perigos da automedicação durante a dependência química? Se sim, aproveite e leia também: como funciona a mente de um dependente químico? Boa leitura!

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