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A depressão é um problema mundial. Mas apesar do elevado número estatístico que é crescente, ela tem cura.  Antes, é necessário compreender que a depressão se trata de preguiça, procrastinação ou uma tristeza que acomete a pessoa. A depressão atualmente é diagnosticada como doença. E, como tal, obrigatoriamente deve ser prevenida, diagnosticada e tratada por profissionais.

É impossível ignorar o número alarmante de que existem hoje cerca de 322 milhões de pessoas no mundo sofrendo com a depressão. Esse número corresponde a 4,4% de toda população da Terra. Os brasileiros são os que mais sofrem desse mal na América Latina, com 5,8% da população doente, principalmente entre os 55 e 74 anos. Mas é importante lembrar que a depressão profunda é capaz de atingir pessoas das mais variadas idades, inclusive crianças.

Existe diferença entre depressa e tristeza?

Existe sim uma diferença entre tristeza e depressão. No caso da tristeza, ela está relacionada a um fator em específico, como algum acontecimento ou fato do cotidiano. A tristeza possui um período com prazo final, ou seja, comumente ela perdura não mais do que duas semanas. A tristeza na verdade é uma reação normal do corpo e da mente em relação a determinadas situações. A depressão possui diferentes sintomas e não aplica somente para fatos, mas distúrbios que podem ser internos e externos, além de possuir tipos e fases depressivas. Normalmente se confunde um sentimento com o outro, por vezes utilizado como sinônimos. Porém, a tristeza possui uma causa, já a depressão não necessariamente.

O que é Depressão Severa?

Depressão severa é um termo bem conhecido, e parece um tanto clichê dizer que a depressão é o “mal do século”. Porém, essa denominação está longe de ser um exagero, e foi dada pela própria Organização Mundial de Saúde (OMS).
A depressão  (também conhecida como depressão profunda ou clínica) é caraterizada por uma tristeza constante e extrema, que impede o indivíduo de manter contato até com seus amigos mais próximos e familiares. O problema também causa uma incapacitação profissional e, muitas vezes, essas pessoas não conseguem sequer cuidar da própria higiene pessoal. A depressão pode ocorrer de diversas formas e graus de intensidade, podendo passar por estágios de depressão leve, moderada e severa. Esta última é conhecida como depressão profunda, considerada a fase mais grave da doença.

Sintomas e tratamento:

– Sentir culpa e inutilidades;
– Distúrbios de sono (dormir demais ou insônia);
– Sentir vazio;
– Sentir irritabilidade;
– Pensamentos suicidas;
– Tristeza constante, profunda e incapacidade;
– Isolamento;
– Drástica diminuição do desempenho no trabalho;
– Dificuldade em manter a higiene pessoal.

O tratamento da depressão severa, difere de pessoa para pessoa. É importante nesse momento uma avaliação psiquiátrica e psicologia para analisar o grau de depressão, onde irão determinar o melhor tratamento.
Para tratar a depressão severa, é necessário acompanhamento com médico psiquiatra. Infelizmente ainda existe um certo tabu, uma ideia totalmente equivocada sobre esse profissional, taxado como “médico de louco”. Os tratamento consiste em uso de medicação, terapias e exercícios. Algumas mudanças no estilo de vida irão ajudar muito nessa fase.

A cura da depressão severa não é um das mais fáceis, porém não é impossível. Procure uma especialista, que irá realizar alguns exames e direcionar o melhor tipo de tratamento. Muitas vezes, o paciente precisa experimentar diversos remédios diferentes até encontrar aquele com o qual se adapte melhor, tenha menos efeitos colaterais e resultado mais rápido e efetivo.

Quando é necessária a internação?

Como já sabemos, a depressão atinge um número bastante representativo de pessoas, de todas as idades e gêneros. Alguns casos, a doença afeta de forma profunda o sistema imunológico, o que pode acarretar outras doenças (até mesmo em uso de drogas como escape), e por isso o cuidado deve ser em dobro, com muita atenção.

Estima-se que uma a cada quinze pessoas depressivas apresentam um quadro tão grave que exige hospitalização. Os sintomas da depressão profunda, como pensamentos constantes de morte e risco de suicídio, além da ausência completa de autocuidado, podem exigir que o paciente precise ser internado numa clínica psiquiátrica, para que haja supervisão médica constante e sejam evitados danos maiores.

É preciso saber que, além do tratamento médico, é necessário ter uma compreensão de que a depressão é uma doença séria e que pode, às vezes, ser fatal, como nos casos de suicídio e automedicação. Por isso, procure sempre a ajuda de um profissional, ou mais profissionais, para que, pela prevenção, possa ser previamente diagnosticada. No primeiro sinal de depressão, um tratamento continuado é a melhor forma de combater a doença para obter uma vida mais saudável e com qualidade.

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